Animada para a volta ao trabalho depois de bons dias de férias, abro o jornal e logo encontro um artigo entitulado "A tecnologia e a educação", da professora Márcia Luzia Prim. Me inspirei pra abrir o blog e transcrevo abaixo o texto:
"As novas tecnologias são ferramentas extremamente importantes como recursos para o processo de ensino e aprendizagem. Os alunos são sinestésicos e compartilham de imagens e sons para aprender. Nossa geração era censurada e não tinha acesso aos programas de TV, tampouco a filmes após o horário estipulado pela ditadura.
Nós, da geração de 70 e 80, não tínhamos à disposição os recursos que existem hoje. As crianças do século 21 são modernas e conhecem os controles remotos, os DVDs, os celulares moderníssimos, os MPs 3,4,5. Enfim, são plugadas no mundo virtual.
Na escola, as tecnologias disponíveis hoje ainda não são essenciais. No entanto, nós podemos mudar a nossa prática pedagógica e auxiliar os alunos a usar de maneira correta os novos recursos, como a internet.(...)
Os recursos do Portal do Professor e os programas da TV Escola podem fazer a diferença no processo de ensino e aprendizagem.
Navegando por determinados sites de busca encontramos aulas virtuais, conteúdos complexos em formato de slides de fácil entendimento, bibliotecas virtuais com uma gama excepcional de obras e até simulados para vestibulares e para o polêmico Enem. Não esquecendo dos cursos universitários disponíveis.
O professor que não usar dos recursos tecnológicos para as suas aulas está perdendo a riqueza e a essência da compreensão por parte dos alunos. Quando há essa troca mútua de informações, a aprendizagem é eficaz e prazerosa. O século 21 é dos plugados em tempo real e não podemos retroceder e ficar desligados desta geração."
Brasil ocupa 53º lugar em ranking de educação
O Brasil teve a terceira maior evolução na área educacional ao se considerar as médias de 65 nações, de acordo com os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês), realizado a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado hoje.
O país conseguiu superar a barreira dos 400 pontos em leitura e ciências, mas ficou abaixo desse patamar em matemática. O resultado, no entanto, ainda está longe de ser positivo. Nas três áreas, pelo menos a metade dos jovens brasileiros não consegue passar do nível mais básico de compreensão.
O Brasil ocupa apenas o 53º lugar no ranking. O país melhor posicionado na região é o Chile (44º), seguido por Uruguai (47º), México (48º), Colômbia (52º), Brasil (53º), Argentina (58º) e Peru (63º).
O Pisa avalia estudantes de 15 anos completos em todos os países membros da OCDE, mais os convidados - como Brasil, México, Argentina e Chile, entre outros. Em 2009, ano da prova mais recente, foram selecionados 400 mil jovens em todo o mundo, incluindo 20 mil brasileiros de todos os Estados. A escolha pela faixa etária permite uma comparação entre os diferentes países, mesmo que os sistemas de ensino sejam diferentes.
A matemática ainda é o ponto mais fraco dos estudantes do País. Apesar de ter subido 16 pontos, a média nacional - de 386 - ainda fica 111 pontos abaixo da média da OCDE. Em ciências, a média brasileira subiu 15 pontos e chegou a 405, enquanto em leitura, onde houve a maior evolução - 17 pontos -, alcançou 412.
Os melhores números, no entanto, ainda deixam uma boa parte dos alunos pelo caminho. Em leitura, quase metade dos brasileiros avaliados alcança apenas o nível 1. Em três anos, houve uma melhoria de apenas 6 pontos percentuais. O nível 1 significa que esses adolescentes são capazes de encontrar informações explícitas nos textos e relacioná-las com o cotidiano deles. E só. Não são analfabetos, mas têm somente o grau mínimo de habilidade de leitura.
Em matemática, 69% dos estudantes do País chegam apenas ao nível 1, contra 73% em 2006. Esses jovens não conseguem ir além dos problemas mais básicos e têm dificuldades de aplicar conceitos e fórmulas. Na avaliação da OCDE, eles teriam inclusive dificuldades de tirar proveito de uma educação mais avançada.
Em ciências, 54,2% dos brasileiros avaliados ficaram no nível 1 - ou seja, conseguem apenas entender o óbvio e têm enormes dificuldades de usar ou compreender essa disciplina. Em 2006, 61% estavam nesse patamar.
Na outra ponta, apenas 1,3% dos estudantes atinge os níveis 5 e 6 em leitura, 0,8 % em matemática e 0,6% em ciências.
A evolução revelada na prova foi comemorada pelo governo, já que em apenas três anos o País conseguiu mostrar, pela primeira vez, resultados consistentes. Entre 2003 e 2006, a média geral brasileira havia crescido apenas um ponto. Em leitura, havia caído 10, e permanecido estável em ciências. Apenas matemática havia crescido. Nesta edição, o Brasil conseguiu superar, na América Latina, Colômbia e Argentina, mas ainda está atrás do Chile, Uruguai e México.
Fonte: Yahoo Notícias
Veja os gráficos: Estadão
O país conseguiu superar a barreira dos 400 pontos em leitura e ciências, mas ficou abaixo desse patamar em matemática. O resultado, no entanto, ainda está longe de ser positivo. Nas três áreas, pelo menos a metade dos jovens brasileiros não consegue passar do nível mais básico de compreensão.
O Brasil ocupa apenas o 53º lugar no ranking. O país melhor posicionado na região é o Chile (44º), seguido por Uruguai (47º), México (48º), Colômbia (52º), Brasil (53º), Argentina (58º) e Peru (63º).
O Pisa avalia estudantes de 15 anos completos em todos os países membros da OCDE, mais os convidados - como Brasil, México, Argentina e Chile, entre outros. Em 2009, ano da prova mais recente, foram selecionados 400 mil jovens em todo o mundo, incluindo 20 mil brasileiros de todos os Estados. A escolha pela faixa etária permite uma comparação entre os diferentes países, mesmo que os sistemas de ensino sejam diferentes.
A matemática ainda é o ponto mais fraco dos estudantes do País. Apesar de ter subido 16 pontos, a média nacional - de 386 - ainda fica 111 pontos abaixo da média da OCDE. Em ciências, a média brasileira subiu 15 pontos e chegou a 405, enquanto em leitura, onde houve a maior evolução - 17 pontos -, alcançou 412.
Os melhores números, no entanto, ainda deixam uma boa parte dos alunos pelo caminho. Em leitura, quase metade dos brasileiros avaliados alcança apenas o nível 1. Em três anos, houve uma melhoria de apenas 6 pontos percentuais. O nível 1 significa que esses adolescentes são capazes de encontrar informações explícitas nos textos e relacioná-las com o cotidiano deles. E só. Não são analfabetos, mas têm somente o grau mínimo de habilidade de leitura.
Em matemática, 69% dos estudantes do País chegam apenas ao nível 1, contra 73% em 2006. Esses jovens não conseguem ir além dos problemas mais básicos e têm dificuldades de aplicar conceitos e fórmulas. Na avaliação da OCDE, eles teriam inclusive dificuldades de tirar proveito de uma educação mais avançada.
Em ciências, 54,2% dos brasileiros avaliados ficaram no nível 1 - ou seja, conseguem apenas entender o óbvio e têm enormes dificuldades de usar ou compreender essa disciplina. Em 2006, 61% estavam nesse patamar.
Na outra ponta, apenas 1,3% dos estudantes atinge os níveis 5 e 6 em leitura, 0,8 % em matemática e 0,6% em ciências.
A evolução revelada na prova foi comemorada pelo governo, já que em apenas três anos o País conseguiu mostrar, pela primeira vez, resultados consistentes. Entre 2003 e 2006, a média geral brasileira havia crescido apenas um ponto. Em leitura, havia caído 10, e permanecido estável em ciências. Apenas matemática havia crescido. Nesta edição, o Brasil conseguiu superar, na América Latina, Colômbia e Argentina, mas ainda está atrás do Chile, Uruguai e México.
Fonte: Yahoo Notícias
Veja os gráficos: Estadão
Inscrições Plataforma Freire
Estão abertas as inscrições para a oferta de cursos de formação inicial do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) do Ministério da Educação. Os docentes interessados podem se inscrever pela Plataforma Freire até o dia 30 novembro.
O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, de acordo com o cronograma para o primeiro semestre do próximo ano, vai oferecer cursos de primeira e segunda licenciaturas e de Formação Pedagógica, aos professores em exercício das redes públicas estaduais e municipais de educação básica.
O período de pré-inscrições na Plataforma Freire foi aberto no dia 05 de novembro. Será permitida apenas uma pré-inscrição em curso de formação inicial ao professor.
O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, de acordo com o cronograma para o primeiro semestre do próximo ano, vai oferecer cursos de primeira e segunda licenciaturas e de Formação Pedagógica, aos professores em exercício das redes públicas estaduais e municipais de educação básica.
O período de pré-inscrições na Plataforma Freire foi aberto no dia 05 de novembro. Será permitida apenas uma pré-inscrição em curso de formação inicial ao professor.
Esse ou este???
Constantemente, ao ler ou escrever nos deparamos com uma dúvida: devo usar esse ou este?
“Esse” ou “este” são pronomes demonstrativos que tem suas formas variáveis de acordo com o número ou gênero. A definição de pronomes demonstrativos demonstra muito bem a função dos mesmos: são empregados para indicar a posição dos seres no tempo e espaço em relação às pessoas do discurso: quem fala (1ª pessoa) e com quem se fala (2ª pessoa), ou ainda de quem se fala (3ª pessoa). Neste último caso, o pronome é aquele (aquela, aquilo)
Vejamos: 1ª pessoa: este, esta, isto; 2ª pessoa: esse, essa, isso e 3ª pessoa: aquele, aquela, aquilo.
a) Este, esta e isto são usados para objetos que estão próximos do falante. Em relação ao tempo, é usado no presente.
Exemplos: Este brinco na minha orelha é meu.
Este mês vou comprar um sapato novo.
Isto aqui na minha mão é de comer?
b) Esse, essa, isso são usados para objetos que estão próximos da pessoa com quem se fala, ou seja, da 2ª pessoa (tu, você). Em relação ao tempo é usado no passado ou futuro.
Exemplos: Quando comprou esse brinco que está na sua orelha?
Esse mês que virá vai ser de muita prosperidade!
Isso que você pegou na geladeira é de comer?
Quando ficar com dúvida a respeito do uso de “esse” ou “este” lembre-se: “este” (perto de mim, presente) e “esse” (longe de mim, passado e futuro).
“Esse” ou “este” são pronomes demonstrativos que tem suas formas variáveis de acordo com o número ou gênero. A definição de pronomes demonstrativos demonstra muito bem a função dos mesmos: são empregados para indicar a posição dos seres no tempo e espaço em relação às pessoas do discurso: quem fala (1ª pessoa) e com quem se fala (2ª pessoa), ou ainda de quem se fala (3ª pessoa). Neste último caso, o pronome é aquele (aquela, aquilo)
Vejamos: 1ª pessoa: este, esta, isto; 2ª pessoa: esse, essa, isso e 3ª pessoa: aquele, aquela, aquilo.
a) Este, esta e isto são usados para objetos que estão próximos do falante. Em relação ao tempo, é usado no presente.
Exemplos: Este brinco na minha orelha é meu.
Este mês vou comprar um sapato novo.
Isto aqui na minha mão é de comer?
b) Esse, essa, isso são usados para objetos que estão próximos da pessoa com quem se fala, ou seja, da 2ª pessoa (tu, você). Em relação ao tempo é usado no passado ou futuro.
Exemplos: Quando comprou esse brinco que está na sua orelha?
Esse mês que virá vai ser de muita prosperidade!
Isso que você pegou na geladeira é de comer?
Quando ficar com dúvida a respeito do uso de “esse” ou “este” lembre-se: “este” (perto de mim, presente) e “esse” (longe de mim, passado e futuro).
* Dica enviada por e-mail pela Kelly Rosa do AN Escola!!
Assinar:
Postagens (Atom)


